O joelho é a articulação que mais sofre com o esporte e com o passar dos anos. Dor ao agachar, ao descer escada, ao correr ou simplesmente ao levantar da cadeira pode vir de estruturas muito diferentes: cartilagem, menisco, ligamentos, patela ou tendões. Tratar sem saber a origem é perder tempo.
Causas mais comuns
No atleta amador, predominam a lesão de menisco, a ruptura do LCA, a dor patelar (condromalácia) e as tendinites patelar e quadricipital. Em quem tem mais de 50 anos, a artrose e a lesão degenerativa do menisco lideram. Também tratamos instabilidade da patela, lesão osteocondral, síndrome da banda iliotibial, tendinite anserina e cisto de Baker.
Como chegamos ao diagnóstico
A consulta começa pela sua história e pelo exame físico completo do joelho. Quando indicado, a ultrassonografia musculoesquelética é feita na própria consulta, pelo Dr. Rafael, para ver tendões, menisco, derrame e cistos em tempo real. Exames de imagem que você já tem (raio-X, ressonância) são revisados com você na tela.
Opções de tratamento
A maioria dos casos não precisa de cirurgia. O plano pode combinar reabilitação orientada, infiltrações guiadas por ultrassom (viscossuplementação, corticoide) e medicina regenerativa com PRP, BMAC ou SVF para artrose e tendinopatias. Para dor crônica refratária, a radiofrequência dos nervos geniculares é uma alternativa sem cirurgia.
Quando a cirurgia é o melhor caminho, ela é feita por artroscopia: reconstrução do LCA e do LCP, sutura do menisco ou meniscectomia parcial, reconstrução do LPFM na instabilidade da patela e tratamento das lesões de cartilagem. Nos casos avançados de artrose, osteotomia tibial alta ou artroplastia total do joelho.
O que você leva da consulta
O diagnóstico explicado, as opções de tratamento com prós e contras de cada uma e um plano definido em conjunto, respeitando o seu objetivo: voltar a correr, treinar, trabalhar ou simplesmente viver sem dor.