Ortopedia

Dor no Cotovelo

Epicondilite lateral e medial, bíceps distal, tríceps, bursite e corpos livres: tratamento sem cirurgia na maioria dos casos, cirurgia quando é preciso.

A dor no cotovelo costuma começar pequena e ir limitando aos poucos: apertar a mão, segurar um copo, digitar, puxar na barra. As epicondilites lateral (cotovelo de tenista) e medial (cotovelo de golfista) são as causas mais frequentes, mas não as únicas.

Causas mais comuns

Epicondilite lateral e medial, tendinite do tríceps, ruptura do bíceps distal, bursite do olécrano, síndrome do túnel cubital (formigamento no 4º e 5º dedos), corpos livres, rigidez e instabilidade após luxação.

Infiltração guiada por ultrassonografia
Procedimentos guiados por ultrassom: a agulha exatamente no ponto da lesão.

Como chegamos ao diagnóstico

A ultrassonografia na consulta mostra a tendinopatia, a bursite e eventuais rupturas em tempo real, e diferencia a dor do tendão da dor de origem no nervo ou na articulação. Isso define o tratamento com precisão.

Opções de tratamento

Na maioria dos casos, o tratamento é sem cirurgia: reabilitação, infiltração guiada por ultrassom, tenotomia percutânea e medicina regenerativa com PRP, que tem bons resultados na epicondilite crônica.

Nos casos refratários, operamos por via aberta ou artroscópica: desbridamento e liberação da origem do extensor radial curto do carpo (epicondilite lateral) ou da origem flexo-pronadora (epicondilite medial), retirada de corpos livres e artrólise para rigidez. Rupturas do bíceps distal e do tríceps são reinseridas cirurgicamente.

O que você leva da consulta

Um plano claro, que na maioria das vezes permite continuar trabalhando e treinando com adaptações enquanto o cotovelo se recupera.

Perguntas frequentes

Cotovelo de tenista afeta quem não joga tênis?

Sim. O nome é popular, mas a epicondilite lateral acomete qualquer pessoa que faz movimentos repetitivos com o antebraço, digitação, uso de ferramentas, musculação.

Quanto tempo leva para melhorar a epicondilite?

Com tratamento adequado, a maioria dos casos melhora em 6 a 12 semanas. Casos crônicos podem se beneficiar de PRP ou infiltração guiada por ultrassom para acelerar a recuperação.

Preciso parar de trabalhar com epicondilite?

Nem sempre. O afastamento depende da atividade e da gravidade. O objetivo é adaptar a rotina durante o tratamento, não necessariamente parar tudo.

Agende sua consulta

Atendimento particular em Uberlândia-MG. Diagnóstico preciso e tratamento individualizado.

Falar pelo WhatsApp
Como funciona Agendar consulta