A dor no cotovelo costuma começar pequena e ir limitando aos poucos: apertar a mão, segurar um copo, digitar, puxar na barra. As epicondilites lateral (cotovelo de tenista) e medial (cotovelo de golfista) são as causas mais frequentes, mas não as únicas.
Causas mais comuns
Epicondilite lateral e medial, tendinite do tríceps, ruptura do bíceps distal, bursite do olécrano, síndrome do túnel cubital (formigamento no 4º e 5º dedos), corpos livres, rigidez e instabilidade após luxação.
Como chegamos ao diagnóstico
A ultrassonografia na consulta mostra a tendinopatia, a bursite e eventuais rupturas em tempo real, e diferencia a dor do tendão da dor de origem no nervo ou na articulação. Isso define o tratamento com precisão.
Opções de tratamento
Na maioria dos casos, o tratamento é sem cirurgia: reabilitação, infiltração guiada por ultrassom, tenotomia percutânea e medicina regenerativa com PRP, que tem bons resultados na epicondilite crônica.
Nos casos refratários, operamos por via aberta ou artroscópica: desbridamento e liberação da origem do extensor radial curto do carpo (epicondilite lateral) ou da origem flexo-pronadora (epicondilite medial), retirada de corpos livres e artrólise para rigidez. Rupturas do bíceps distal e do tríceps são reinseridas cirurgicamente.
O que você leva da consulta
Um plano claro, que na maioria das vezes permite continuar trabalhando e treinando com adaptações enquanto o cotovelo se recupera.